Clique para ampliar

Compartilhar:

VINHO TINTO CA LEONI AMARONE DELLA VALPOLICELLA 750ML

Sobre o Vinho:

Vinho Tinto Ca'Leoni Amarone Della Valpolicella

Área de produção: Valpolicella, Veneto

Variedade de uvas: 75% Corvina, 20% Rondinella e 5% de outra uva nativa.

Solo: O solo argiloso com um bom posicionamento para o sol ajuda no acumulo de açucares e sabores.

Vinificação: Vinícola é situada nas melhores montanhas de Valpolicella, bem crescidas, em uma produção pequena, mas de grande qualidade. Em outubro os cachos são escolhidos um a um e colocados em superfície elevada e plana até fevereiro. O vinho que obtivemos é colocado em bacias de metais para a fermentação terminar; normalmente a fermentação vai até julho, o que dá um sabor mais forte. É feito o envelhecimento, metade em barris de carvalho e outra metade em barricas francesas. Volume alcoólico: 15% Vol.

Temperatura para servir: Servir a 18-20°C, recomendável abrir o vinho até duas horas antes do consumo.

Descrição: Cor vermelha intensa, que com a idade fica um vermelho alaranjado. Com um aroma intenso, seco, aveludado e agradável ao paladar, é um dos vinhos mais apreciados da Righetti Luigi.

Harmonização: Assados, carnes de caça e queijos envelhecidos como parmesão.  

 

Sobre a região

Valpolicella é a zona colinar famosa pelo  vinho homonimo e que precede o início dos pr-e-alpes do Veneto, região italianaa do Veneto. Compreende o território de sete comunas, todos da mesma província, e que totalizam 240 km2. O vale, não muito distante do lago de gardaa ao oeste e de Verona ao leste, é delimitado ao sul pelo rio  Adige, ao leste pelas colinas de Paronaa e de Quinzano e da Valpantena, enquanto ao norte se estende até a Lessinia. Ao oeste é separada da Vale do Adige pelo Monte Pastello.

A “pérola de Verona”, no norte da Itália, é a zona vitivinícola de Valpolicella, cujo nome dizem significar “Vale de muitas Adegas”.

É a  área onde os vinhos de denominação de origem controlada Valpolicella são produzidos tem um aspecto fascinante: cada encosta das montanhas recebe um tipo de luz e cada colina apresenta o seu próprio meio ambiente natural. Deste modo, Valpolicella é um conjunto de diferentes paisagens, diferentes belezas, diferentes terroirs, e diferentes vinhos.

Os vinhos de Valpolicella são produzidos com uma quantidade considerável da uva mais ilustre da região, a Corvina (de 40 a 70%), com Molinara (5 a 25%) e Rondinella (20 a 40%). Algumas outras uvas nativas também podem ser usadas, como Barbera e Sangiovese, desde que não ultrapassem, juntas, 15% do corte total do vinho.

Essa prestigiada região oferece uma miscelânea de sabores, com diversos estilos diferentes:

 

sobre o Amarone

 

Apesar de, atualmente, reinar absoluto entre os mais desejados vinhos produzidos no Vêneto, o Amarone tem uma história relativamente recente.

Era meados dos 1950 (um pouco antes, talvez) e nada havia de Amaronena região. Àquela altura, reinavam os desejados Reciotos della Valpolicella, um tipo suculento de vinho de sobremesa tinto, elaborados a partir de uvas semipasserizadas.. As uvas são colhidas no início de outubro e deixadas em um processo de secagem ao vento, conhecido na Itália por appassimento, até o próximo mês de janeiro.

Neste processo, a uva concentra açucares, aromas e sabores. Diminui muito o volume líquido e aumenta o contato da casca da uva com o seu mosto. Uma vez que a casca oferece ao mosto (e ao vinho, por consequência) cor e taninos, a qualidade da casca é determinante no processo de seleção das uvas que serão utilizadas.

Após um período de aproximadamente 120 dias (que pode variar conforme o produtor, a safra e a qualidade desejada do vinho), o processo de vinificação se inicia com o esmagamento das uvas e o início da fermentação.

E é aqui que começa a história do Amarone

Como a concentração de açucares está bastante elevada, este processo costuma demorar mais do que o normal para outros vinhos, durando, muitas vezes, até 50 dias (ou mais) para alcançar o ponto desejado.

No caso dos Reciotos della Valpolicella haverá açúcar residual e, portanto, a fermentação é interrompida antes que as leveduras transformem todo o açúcar em álcool.

E assim foi feito, sempre… Até que em uma determinada cantina, lá pelos anos 1950, alguém esqueceu um dos barris…

Ao verificar, constataram o óbvio: todo o açúcar havia sido transformado em álcool no processo de fermentação. Com isso, o vinho possuía então maior teor alcoólico (os Amarones passam fácil dos 15% – muitas vezes até dos 16%), tinha paladar seco, com um toque um pouco amargo (amaro, em italiano, significa amargo), porém uma boa opulência.

Sem saber ao certo o que fazer, concluíram o processo de vinificação e deixaram o vinho por algum tempo na cantina.

By the way, após a fermentação, neste tal tempo na cantina, o vinho afina em grandes botas (algumas cantinas usam também barricas menores) de carvalho, que pode ser francês, eslovaco ou esloveno, principalmente, durante 2 anos ou mais.

Ao final, ficou provada a sua qualidade e assim o vinho foi ao mercado. Inicialmente como Recioto della Valpolicella Amarone.

Bom, a sequência da história é um tanto óbvia, certo? O vinho fez sucesso, outras cantinas seguiram o formato e hoje o Amarone é o vinho mais desejado do Vêneto.

Em 1990 o Amarone alcançou o status de DOC e em 2009, ambos, foram promovidos a DOCGs.

Em geral, seus vinhos apresentam um vermelho vivo, de reflexos grená. Ao nariz um passeio de frutas maduras, em especial as vermelhas, uvas passas, geleia e especiarias (cravo da índia e canela, principalmente). Na boca, sua intensidade é admirável e há toques de licor.

Nenhuma avaliação para este produto. Seja o primeiro a avaliar!
Informações

azeites extra virgem premium online Razão Social: Companhia do Azeite Ltda ME CNPJ: 17672 680/0001-92 telefone: (61) 3026 0334 Email: Cantinhodoazeite@gmail.com

Pague com
Facebook
Newsletter

Assine nossa mala direta e receba muitas ofertas por e-mail.

Loja segura
Siteseal